
Eu conheço o medo de ir embora
Não saber o que fazer com a mão
Gritar pro mundo e saber
Que o mundo não presta atenção
Eu conheço o medo de ir embora
Embora não pareça, a dor vai passar
Lembra se puder
Se não der, esqueça
De algum jeito vai passar
O sol já nasceu na estrada nova
E mesmo que eu impeça, ele vai brilhar
Lembra se puder
Se não der esqueça
De algum jeito vai passar
Eu conheço o medo de ir embora
O futuro agarra a sua mão
Será que é o trem que passou
Ou passou quem fica na estação?
Eu conheço o medo de ir embora
E nada que interessa se pode guardar
Lembra se puder
Se não der esqueça
De algum jeito vai passar
Os caminhos têm chuvas, ventos, tempestades, congetionamentos... De acordo com a trilha que pegamos, temos algumas tormentas à nossa espera. O certo é que em qualquer estrada teremos diversos problemas. O jeito é aproveitar o melhor deles (sim, eles sempre têm algo bom!), e ter esperança na melhoria.
Os encontros da nossa vida ocorrem em cruzamentos de vias, no quais duas estradas diferentes se unem a partir de um ponto. É claro que as duas estradas têm condições diferentes, tanto de asfalto, como de climas. Umas estão com o pavimento novo, pois acabaram de passar por uma repavimentação. Outras estão totalmente esburacadas. Mas o certo é que, a partir do momento do encontro, nenhuma das duas será mais uma estrada só. Serão uma estrada nova, mais larga, maior e melhor.
Não adianta querer que não hajam problemas nas estradas, mas quando duas estradas estão juntas, o sol nasce na estrada nova e, ainda que venham as chuvas, o sol brilhará.
- Para ouvir: Estrada nova - Oswaldo Montenegro


Um comentário:
Espero que os nossos caminhos sejam assim então. Apesar de todas as dificuldades que
o sol realmente continue brilhando para nós. E que ainda haja Toddy pra beber!
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